A bola quica também nas universidades: o papel do esporte estudantil no basquete feminino
O caminho até o alto rendimento no basquete feminino é feito de muitos saltos — e um deles passa pelas universidades.
Tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, o esporte universitário tem papel essencial na descoberta e formação de talentos.
Nos EUA, o sistema universitário é uma ponte direta para a WNBA.
Jogadoras como Kamilla Cardoso e Stephanie Soares começaram a ganhar destaque nos torneios estudantis antes de chegar à liga profissional. Essa estrutura oferece não apenas treinamento e competição em alto nível, mas também educação, suporte psicológico e preparação para a vida adulta.
No Brasil, o cenário ainda engatinha. Universidades e centros acadêmicos possuem projetos e ligas, mas com pouco investimento e visibilidade. Mesmo assim, iniciativas independentes vêm mudando essa realidade, aproximando esporte e educação.
O basquete universitário é mais do que um trampolim esportivo — é um espaço de aprendizado, crescimento e empoderamento.
Quando uma atleta equilibra estudos e treinos, ela mostra que o esporte pode caminhar lado a lado com a formação intelectual, abrindo caminhos para carreiras múltiplas e vidas mais equilibradas.
O futuro do basquete feminino também passa pelas salas de aula — onde o conhecimento e o amor pelo jogo se encontram.