O crescimento do basquete feminino não depende apenas de talento em quadra. Depende de quem toma decisões fora dela.
Diretorias, federações, comissões técnicas e cargos executivos ainda são majoritariamente ocupados por homens. A presença feminina na gestão esportiva segue abaixo do ideal, especialmente em posições estratégicas.
Quando mulheres ocupam espaços de liderança, ampliam o olhar sobre formação, calendário, investimento e políticas de base. Representatividade na gestão não é apenas simbólica — é estrutural.
O avanço do basquete feminino passa por governança inclusiva. Incentivar a formação de gestoras, técnicas e dirigentes é fortalecer o ecossistema da modalidade.
O jogo acontece na quadra. Mas o futuro se constrói nas decisões.
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