Comparar o basquete feminino ao masculino parece inevitável. Mas talvez seja exatamente isso que limita a compreensão do jogo.
A análise costuma partir de um ponto equivocado: usar o masculino como padrão. A partir daí, tudo que é diferente passa a ser interpretado como inferior.
Só que o basquete feminino não é uma versão reduzida do jogo.
Ele é outra construção.
Menos dependente da força física, mais baseado em leitura, movimentação e tomada de decisão coletiva. O jogo se organiza de forma diferente, exige outras soluções e produz outro tipo de espetáculo.
O problema não está na comparação em si. Está na forma como ela é feita.
Enquanto o feminino for analisado a partir do que ele não é, e não do que ele propõe, a leitura seguirá superficial. Entender o jogo exige mudar o parâmetro.
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