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A festa dos jovens esportistas


Nenhum dos adolescentes, que participam da edição 2021 dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs), era nascido na última vez que o evento foi realizado. A competição, voltada àqueles que ainda engatinham como atletas, ficou sem ocorrer por 17 anos.

Considerado, o principal celeiro de talentos do esporte brasileiro, a edição de 2021 foi vista como um recomeço duplo, tanto para os atletas que ficaram mais de um ano sem poder participar de competições por conta da pandemia, quanto para o próprio evento em si.

Os Jogos Escolares Brasileiros foram organizados pela Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), em parceria com a Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, e contaram com o apoio da Federação de Esportes Estudantis do Rio de Janeiro (FEERJ). “O investimento no esporte educacional é essencial para revelar e colher frutos à frente.”, declarou o secretário Marcelo Magalhães

Números do JEBs

Este ano, os Jogos Escolares Brasileiros reuniram 5.114 estudantes entre 12 e 14 anos, das 27 unidades da Federação, sendo 2.563 estudantes do sexo feminino e 2.551 do sexo masculino. Também foi a primeira vez na história que teve disputa de provas paralímpicas, no caso, no atletismo.

No total, os JEBs tiveram 7.862 participantes diretos. O número contempla 397 árbitros, 47 delegados de quadra e 435 coordenadores, supervisores e assistentes. O evento exigiu ainda 1.138 professores/técnicos, 200 coordenadores de modalidades, 108 oficiais, 27 chefes de delegações e 27 chefes de coordenadores, além de 315 voluntários, de 19 estados.

Os estudantes competiram em 17 modalidades, 15 delas disputadas no Parque Olímpico da Barra, o coração dos Jogos Rio 2016: futsal, handebol, judô, vôlei, vôlei de praia, natação, tênis de mesa, xadrez, caratê, wrestling, ginástica artística, ginástica rítmica, badminton, ciclismo e taekwondo.

As provas de atletismo foram realizadas no Cefan, instituição da Marinha do Brasil reformada para os Jogos Rio 2016, e o basquete foi jogado na Arena da Juventude, construída no Complexo Olímpico de Deodoro também para os Jogos Rio 2016 e sob gestão do Exército Brasileiro.

Basquete Feminino

A categoria feminina garantiu os primeiros lugares com o Maranhão (Série Bronze), Rio Grande do Norte (Série Prata) e São Paulo (Série Ouro). Já no masculino, conquistaram a primeira colocação Mato Grosso (Série Bronze), Mato Grosso do Sul (Série Prata) e Rio Grande do Sul (Série Ouro).

Fonte: Secretaria Especial do Esporte / Ministério da Cidadania

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