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Basquete em Cadeira de Rodas


O basquete em cadeira de rodas é um entre os esportes coletivos praticado por atletas com limitações físico-motoras, mais precisamente nos membros inferiores. A modalidade surgiu em meados do século XX, como uma atividade de descontração entre os soldados feridos da Segunda Guerra Mundial e desde 1960 esteve presente em quase todas as edições de Jogos Paralímpicos. Já as mulheres passaram a disputar a modalidade em 1968, nos Jogos de Tel Aviv.

Brasil

Embora o Brasil tenha uma forte influência do basquete em cadeira de rodas nos jogos paraolímpicos, ainda não conquistou medalhas em Jogos Paraolímpicos. O primeiro jogo de basquete nessa modalidade foi praticado no Brasil em 1958 por inciativa do jogador cadeirante Robson Sampaio e seu técnico Aldo Miccolis.

Após ficar 16 anos fora das Paraolimpíadas, a seleção voltou à disputa ao conquistar a vaga para Atenas-2004 durante os Jogos Parapan-Americanos de Mar Del Plata. A seleção masculina estreou, em 1972, nos jogos de Heidelberg. A seleção feminina estreou em Atlanta no ano de 1996. Até então, as melhores colocações do país nessa modalidade foram o quinto lugar, no masculino, e o sétimo, no feminino, ambas obtidas no Rio 2016.

Regras e classificação

As cadeiras de rodas utilizadas por homens e mulheres são adaptadas e padronizadas pelas regras da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). É obrigatório obedecer ao diâmetro máximo dos pneus e a altura máxima do assento e do apoio para os pés em relação ao chão. Se o jogador optar por usar uma almofada no assento, ela não poderá ter mais de 10cm de espessura. É permitido usar faixas para prender as pernas juntas ou fixar o atleta na cadeira. Todas as normas são conferidas pelos árbitros no início da partida.

O jogador deve quicar, arremessar ou passar a bola a cada dois toques dados na cadeira. As dimensões da quadra e a altura da cesta seguem o padrão do basquete olímpico.

Na classificação funcional, os atletas são avaliados conforme o comprometimento físico-motor em uma escala de 1 a 4,5. Quanto maior a deficiência, menor a classe. A soma desses números na equipe de cinco pessoas não pode ultrapassar 14. São disputados quatro quartos de 10 minutos cada.

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