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Ela fez história na arbitragem do basquete


Nascida em Bauru, Andréia Regina Silva, de 40 anos, jogou basquete na adolescência, apaixonou-se pela modalidade e decidiu tentar a vida como árbitra em São Paulo. Na Capital, porém, teve que lutar contra dificuldades financeiras para se firmar na profissão, mas o esforço valeu a pena!

História

Andreia começou na arbitragem ainda em 2003. Fez diversas finais do Brasileirão feminino e de torneios estaduais até 2009, quando começou a aparecer também em partidas masculinas, como da Liga Nacional de Basquete. Em 2011, foi eleita árbitra revelação e participou da semifinal do NBB. Em 2013, esteve na Copa América masculina adulta, na Venezuela, já como árbitra internacional.

Daí em diante, só cresceu, participando de Sul-Americanos, Mundiais de base, Mundiais Universitários, da final do Mundial adulto feminino, além do Pan de Lima e também da Champions League masculina e do Pré-Olímpico Mundial feminino na Bélgica e na Champions League Américas masculina, tornando-se a primeira árbitra mulher a conquistar a licença black da FIBA.

Pioneirismo

O site oficial da Federação Internacional de Basquete (Fiba) publicou recentemente uma reportagem destacando a quantidade recorde de árbitras mulheres escaladas para os principais eventos da modalidade em 2021. Nos campeonatos mundiais sub-19 masculino e feminino, por exemplo, 20 dos 56 nomes selecionadas são do sexo feminino, algo inédito. Para as Olimpíadas de Tóquio são cinco mulheres entre os 30 árbitros convocados. A paulista Andreia está presente nas duas listas, inclusive, pode se tornar a primeira árbitra do país a apitar um jogo da chave masculina em uma Olimpíada.

Andreia não seria a primeira brasileira a atender o chamado da Fiba para uma Olimpíada. Tatiana Steigerwald foi a Atenas 2004 e Fátima da Silva esteve em Pequim 2008, mas nenhuma das duas chegou a arbitrar partidas do torneio masculino. Alcançar isso não seria o primeiro pioneirismo na carreira de Andreia. Em fevereiro deste ano ela se tornou a primeira mulher a fazer parte da equipe de arbitragem de uma final da Copa Intercontinental de clubes.

“Estou muito contente por fazer parte desta equipe, por ter sido escolhida pela FIBA Mundo, isso sinaliza que estão gostando do meu trabalho, que estou evoluindo. Estou no caminho certo. Que motive também outras mulheres. Que essa nova geração venha também com a mesma vontade e determinação que eu tenho, para que possamos conquistar muito ainda para a arbitragem brasileira.”, declarou Andreia.

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