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Hall da fama


Ela é a maior cestinha da história da seleção brasileira de basquete feminino e rainha da geração mais vitoriosa da história da modalidade.

Já sabem de quem estou falando? Quem apostou em Hortência Marcari acertou!!!

Campeã dos Jogos Pan-Americanos de Havana em 1991, campeã mundial em 1994 e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996, a ex-camisa 4 da Seleção Brasileira foi eleita, em 2018, a melhor jogadora da história das Copas do Mundo de Basquete Feminino. Ela ainda é a maior pontuadora da história da seleção com 3.160 pontos em 127 jogos oficiais.

Em 2018, às vésperas do seu aniversário foi presenteada com o título de melhor jogadora de todos os tempos em mundiais pela Federação Internacional de Basquete (FIBA). A rainha concorreu com nomes de peso como Lauren Jackson, Hana Horakova e Diana Taurasi, mas conquistou o título com folga, com 85% dos votos. “Isso mostra que vale a pena escolher o caminho do esporte, se entregar a ele e tentar ser a melhor atleta. Não foi algo fácil, encontrei muitas dificuldades pelo caminho, mas isso me fez crescer.”, comenta Hortência.

A armadora encerrou a carreira com sete títulos brasileiros e diversos estaduais na conta.

História

Hortência de Fátima Marcari Oliva, nasceu em uma cidade do interior de São Paulo, Potirendaba, no dia 23 de setembro de 1959.

Aos 9 anos, mudou-se para Santo André, região metropolitana de São Paulo, onde começou a jogar futebol de salão, handebol e a praticar atletismo.  Até que passou a se envolver com o basquete ao ser convidada para integrar a equipe da escola onde estudava.

Hortência iniciou sua carreira profissional jogando pelo time de São Caetano do Sul, onde permaneceu de 1973 a 1975. Logo depois, ela foi contratada pelo Higienópolis, time da cidade de Catanduva (SP), onde a jogadora conquistou três campeonatos paulistas, em 1978, 1979 e 1980.

Com 17 anos, ela já tinha conquistado o seu espaço no cenário do basquete feminino brasileiro e foi convocada para integrar a seleção brasileira.

Halls da Fama

Em 2002, a atleta teve seu nome incluso no Hall da Fama do Basquetebol Feminino em Tenessee, nos Estados Unidos.

Três anos depois, em 2005, Hortência viu o seu nome inscrito em mais um Hall da Fama dos Estados Unidos, tornando-se parte de um pequeno e selecionado grupo de jogadores de basquete que integram o memorial NaiSmith. Ela é a única brasileira a ser incluída na lista, que conta com somente duas jogadoras estrangeiras.

Como se já não bastasse estar em dois halls da fama, Hortência ganhou mais uma menção. Em 2009, seu nome foi incluído no Hall da Fama mundial do basquetebol, conhecido como o Hall da FIBA, em Madri, na Espanha.

E recentemente, em 2019, ela entrou para Hall da Fama do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para celebrar conquistas dos maiores atletas e treinadores do país. A ideia é homenagear anualmente dez grandes nomes que tenham contribuído para o esporte olímpico e que tenham promovido o Olimpismo e inspirado novas gerações.

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