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Por que não, Amiga?


É com essa frase que as educadoras em atividades físico-esportivas do Sesc Pompéia, em São Paulo, Raquel Rocha, Vivian Shoji e Luciana Scarin convidam meninas e mulheres a debaterem o espaço delas na sociedade e buscarem soluções e ferramentas para aproximar ou reaproximá-las dos esportes.

A atividade faz parte do projeto “Por que não, amiga?”, programação que debate o acesso de mulheres a diferentes modalidades esportivas. “Eu sou apaixonada por esportes e futebol e por isso apresentei três episódios do Futebol para Mulheres do projeto Por que não, amiga, onde ensinei os fundamentos do futebol.”, explicou a bacharel em Educação Física, Raquel.

Já Luciana Scarin é a responsável por incentivar as mulheres dentro da quadra, com a bola laranja nas mãos. “Eu trabalho há 4 anos no Sesc, especialmente com Iniciação e organização de eventos de Basquete.”

Enquanto Vivian Shoji, que pratica corrida de montanhas e travessias aquáticas quer ver mais mulheres praticando atividades ao ar livre. “Eu quero mostrar que as mulheres são fortes e corajosas e podem pedalar onde quiserem. No Por que não, amiga, as ensino como andar de bike, além de dar dicas de mecânica e evolução.”, explica.

O projeto é permanente e ocupa diferentes espaços (e plataformas digitais) com debates, podcast e webséries para mostrar que lugar de mulher é onde ela quiser! Além de trazer uma reflexão sobre a participação feminina nas mais diversas modalidades protagonizada por profissionais que driblam preconceitos e lutam para conquistar espaço dentro e fora do campo, quadra, rua – onde elas quiserem!

O Projeto

O projeto Por que não, Amiga? traz a cada encontro uma nova reflexão sobre a história, presença, participação e atuação das mulheres no contexto esportivo, bem como o papel importante do esporte na vida delas e da sociedade como um todo. 

Mulheres no esporte

A história das mulheres no esporte nos mostra que a luta por espaço e igualdade de gênero sempre foi um desafio.  Só para se ter uma ideia, nos Jogos Olímpicos da Antiguidade as mulheres eram proibidas até de assistirem às competições, e aquelas que o fizessem eram punidas com pena de morte. As mulheres só foram ter alguma liberdade esportiva no Renascimento, depois da Idade Média, quando elas podiam praticar ginástica, uma modalidade que ajudava no trabalho de parto.

No início dos Jogos Olímpicos Modernos, em Atenas-1896, as mulheres foram proibidas de participar. Somente em Paris-1900, na segunda edição do evento é que elas foram convidadas a competir. Entretanto, a presença feminina ainda foi muito baixa, com apenas 2,21% do total de participantes, sendo 22 atletas competindo nas modalidades tênis, vela, críquete, hipismo e golfe.

Em 2016, no Rio de Janeiro, dos 474 atletas classificados para o maior evento esportivo do mundo, 209 (45%) eram mulheres, número e proporção recordes na história dos Jogos, mas ainda minoria.

Live

Raquel Rocha, Vivian Shoji e Luciana Scarin são as convidadas de Claudia Guedes para um bate-papo sobre mulher e futebol no próximo dia 28, no instagram @mulheresacesta. A live acontece a partir das 20 horas. Não perca!

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