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Elas podem tudo


Nesse dia 11 de outubro comemora-se o Dia Internacional das Meninas. Talvez, você não sabia, mas a data foi lançada em 2012 pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de conscientizar a população mundial a respeito da igualdade de gênero na infância e na adolescência.

No Brasil, pesquisa realizada em 2013 com 1771 crianças e adolescentes, entre meninas e meninos apurou-se a desproporcionalidade na divisão das tarefas domésticas entre as meninas e os meninos; por exemplo, enquanto 41% das entrevistadas cozinham apenas 11,4% dos meninos fazem o mesmo. Isso demonstra que as meninas ainda são consideradas responsáveis pelos deveres domésticos, prejudicando sua infância e adolescência. 

Outro resultado obtido foi que mais de um terço (37,7%) das meninas acham que meninas e meninos na prática não têm os mesmos direitos, além do alarmante dado de que 1 a cada 5 meninas conhece alguma menina que sofreu violência. 

Mas a verdade é que aos poucos, as mulheres estão ganhando seu espaço em todas as áreas e no mundo esportivo. Nos últimos jogos olímpicos, acompanhamos mulheres dominando os pódios e sendo reconhecidas por seus grandes feitos, se tornando verdadeiros exemplos para uma nova geração de meninas que possuem o sonho de conquistar seu espaço no cenário esportivo e competir profissionalmente em diversas modalidades.

A começar por histórias como a das Marias, que vamos contar no post de hoje.

Maria Eduarda
Com apenas 11 anos, Maria Eduarda já pode ser considerada uma atleta. Aluna do Colégio Santo Agostinho, desde os 4 anos sempre teve as aulas de educação física como suas preferidas.

Começou sua trajetória esportiva no vôlei, onde frequentou escolinhas por 2 anos, até descobrir o basquete. Incentivada pelas suas professoras fez um teste para fazer parte do time e foi aprovada. Desde então, não parou mais. E hoje a bola laranja é sua paixão!

Maria Eduarda Neto
Assim como Maria Eduarda, Maria Eduarda Neto também é aluna do Colégio Santo Agostinho.

Fã de samba, a menina de 11 anos tem outra paixão:  a bola ao cesto! 
“O basquete faz meus olhos brilharem.”, conta.

Em 2019, Maria Eduardo Neto, na época com 9 anos, teve que tomar uma importante decisão. Escolher qual atividade seguir entre o basquete e a dança.

A menina não teve dúvida, tanto que no aniversário daquele ano pediu de presente sua primeira bola de basquete, que tem guardada até hoje.

Live
O bate-papo com as Marias acontece no dia 11 de outubro no Instagram @mulheresacesta a partir das 18 horas. Não perca!

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