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A evolução do uniforme
Os uniformes e outros itens usados pelos atletas são definidos pelo esporte que praticam.

No basquete regulamentado, os jogadores do mesmo time usam camisetas oficiais e shorts combinando. Em geral, os times da casa usam camisas oficiais coloridas que mostram o nome da mascote, enquanto os visitantes usam cores escuras mostrando o nome da cidade (NBA) ou faculdade.

Cada uniforme deve mostrar um ou dois dígitos na frente e atrás da camiseta oficial. Os números em uma camisa são usados para identificar um jogador. Na maioria dos casos, os dígitos podem ser somente 0, 1, 2, 3, 4 ou 5. Embora a NBA tenha permitido usar números maiores que 5, isso é muito raro. Essa limitação nos números permite ao árbitro usar as mãos para sinalizar o número do jogador que comete uma falta, evitando que um jogador usando o número 9 seja confundido com um outro usando o número 54.

Os uniformes evoluíram muito desde o primeiro jogo, em 1891. Naqueles anos, os jogadores usavam camisetas de lã com mangas compridas e calças longas. Não demorou muito para os jogadores e treinadores notarem que mangas longas atrapalhavam os movimentos dos braços quando a bola era lançada e que o peso dos uniformes causava fadiga entre os atletas.

Os shorts e camisetas sem mangas são agora o uniforme autorizado para os jogadores de basquete. Por décadas, eles usavam camisetas apertadas e shorts. Na década de 90, os jogadores começaram a usar uniformes mais folgados, um estilo que se popularizou pelo ícone da NBA, Michael Jordan.

Outra peça importante é o tênis. No basquete, a maioria dos jogadores calça tênis de última linha. Eles dão melhor apoio aos tornozelos, bastante sujeitos a lesões em razão dos pulos e movimentos laterais rápidos.

Uniforme e as mulheres

Recentemente foi levantada, a seguinte questão: qual uniforme era ou é melhor para as mulheres? O “macaquinho”, difundido no Brasil nos anos 2000 ou o “tradicional” camiseta e shorts, que era utilizado até os anos 1990 e posteriormente dos anos 2000 até os dias de hoje?

Campeã mundial em 1994, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta-1996 e bronze em Sydney-2000, Alessandra Santos de Oliveira, diz não ter preferência, alegando que tanto o ‘macaquinho’ quanto o uniforme ‘tradicional’, nunca alteraram sua performance.

Já Helen Luz, campeã mundial em 1994 e medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney-2000, não esconde sua preferência pelo “macaquinho”. E ainda destaca a importância de um uniforme planejado. “A gente ia para a Seleção e davam uniforme do masculino. Nunca fizeram um uniforme específico para o basquete feminino, principalmente na Seleção, só com o ‘macaquinho’ que foi um uniforme muito pensado para as atletas e acho que isso também no meu entendimento respeitou a figura feminina, porque os homens vestem um tipo de modelagem totalmente diferente das meninas que tem um corpo diferente, a natureza já fala assim, então você ter a oportunidade de jogar com um uniforme que foi pensado para você e foi o caso do ‘macaquinho’ foi uma forma de respeito à modalidade e às mulheres.”

A ala/armadora do Ituano Basquete, com passagens de destaque pela Seleção Brasileira, Palmira Marçal é mais uma que atuou com diversos modelos de uniforme e assim como a maioria, preferia o ‘macaquinho’, que chegou a utilizar na Seleção e no São Paulo/Guaru.

A fisioterapeuta Maria Rosa dos Santos, com grande experiência no basquete feminino, comenta os fatores que devem ser levados em conta na hora da escolha do uniforme.  “Na base, trabalho com meninas que estão iniciando a prática esportiva, saindo da puberdade e chegando na menarca. E nós, mulheres, temos que adaptar o uso de absorvente a prática esportiva. Tem a preocupação que apareça, com possíveis vazamentos. Para ter uma ideia, tem meninas que abominam cores claras, em especial o branco, por conta desses possíveis ‘acidentes’, explica a profissional.

Ela ainda acrescentou. “Conto essas curiosidades pra exemplificar o quanto a escolha de um vestuário adequado para a prática esportiva passa por questões tão complexas e peculiares que devem ser levadas em consideração”.

Vale a reflexão!

Fonte: Momento do Esporte

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